Objetiva-se publicar biografias, histórias de vida e de batalhas relativas à Revolução de 1932. Caso saiba de algo, entre em contato. Para maiores informações envie mensagem à malusim53@yahoo.com.br.

quarta-feira, 9 de novembro de 2016

Trincheiras de 32.




“Esta é a trincheira que não se rendeu” ... e jamais se renderá!

Com estas imagens de trincheiras publicadas em revistas antigas, quero fazer uma homenagem aos valentes e heroicos Soldados Constitucionalistas que lutaram para a liberdade do seu país.
Os combates nas trincheiras foram os mais árduos e mais sangrentos.

*Trincheira – Escavação aberta no solo no sentido longitudinal: abrir uma trincheira.
 *Fosso que permite, durante o combate, a movimentação da tropa e o tiro a coberto do inimigo.

Durante a Revolução Constitucionalista de 1932, a maioria das trincheiras eram abertas manualmente usando pás, picaretas, machados, enxadas e outros que estivessem disponíveis.


Sapadores abrindo trincheiras na Frente  Sul, Buri.






Escavação de Obuz, guarnecendo um lança granadas.




Trincheira na Zona do Paraná em 14 de julho de 1932.





Trincheira improvisada na região de Cruzeiro.




Ninho de metralhadora no Setor Sul.





Trincheira no Setor Pinheiros em um momento de descanso.





Setor de Pinheiros, posição de 1ª linha.






Trincheira na encosta do morro do Túnel da Mantiqueira.





Zona Sul em Lygiana.





Em Engenheiro Neiva.
 Na foto o Cap. Carlos Eurico de Montenegro com uma metralhadora pesada.





Trincheira semi protegida de ataques aéreos em Engenheiro Neiva.





Porto Tapua, no Rio Paranapanema.





Trincheira com abrigo em Pinheiros.






Ninho de metralhadoras, protegida de ataques aéreos em Engenheiro Neiva.






Fonte.

Revista “O Cruzeiro”, 22 de outubro de 1932.

                Revista “O Cruzeiro”, 29 de outubro de 1932.

Arquivo pessoal.





Editado e publicado por Maria Helena de Toledo Silveira Melo.








    


Nenhum comentário:

Postar um comentário