Objetiva-se publicar biografias, histórias de vida e de batalhas relativas à Revolução de 1932. Caso saiba de algo, entre em contato. Para maiores informações envie mensagem à malusim53@yahoo.com.br.

domingo, 24 de janeiro de 2016

Aniversário da Cidade de São Paulo, 2016.



                                PARABÉNS SÃO PAULO!!!




                               Vista aérea do Pátio do Colégio.



São Paulo, capital do Estado de São Paulo, principal centro financeiro, corporativo e mercantil do Hemisfério Sul, completa 462 anos em 25 de janeiro de 2016.
A “Terra da Garoa”, a “Paulicéia”, dos paulistanos descendentes dos Bandeirantes, de corajosos Imigrantes. Terra de gente de fibra, de desbravadores, de incansáveis trabalhadores e de Heróicos Guerreiros da Revolução Constitucionalista de 1932, que lutaram pela liberdade de seu País.
Fundada em 25 de janeiro de 1554 é a 7ª cidade mais populosa do Planeta.




Algumas informações sobre a cidade de São Paulo.



A Bandeira da cidade de São Paulo.





                         Bandeira oficial da cidade de São Paulo.




A primeira referência que se têm sobre às bandeiras paulistas vem das expedições desbravadoras que o povo desta então capitania realizava, partindo da capital muitas vezes entre o século XVI e XVII, não por acaso denominadas, genericamente de bandeiras, e seus membros eram os bandeirantes, as suas expedições aumentaram consideravelmente o espaço geográfico do Brasil.
A Bandeira oficial foi instituída em 5 de março de 1987 pelo prefeito Jânio Quadros através da lei 10.260, sendo posteriormente regulamentada através do Decreto nº 23668/1987 e alterada pelas leis lei nº 13331/2002 e nº 14.472/2007, mas sempre mantendo o formato original. Antes dela, a bandeira era toda branca com o brasão da cidade ao centro.



Bandeira Paulistana.





                          Bandeira Paulistana (Reino Unido e Império).




São Paulo registra bandeira na época do Reino Unido e do Império, o que se verifica é que a referida bandeira, em forma quadrada era bandeira do Senado da Câmara, um equivalente à Câmara de Vereadores, instalava-se juntamente com a criação de vilas e cidades, seguindo as orientações contidas nas Ordenações Manuelinas e Filipinas, era um órgão consultivo, legislativo e judiciário. Atuava como representante dos interesses da população, de sua composição faziam parte os “homens de bem”, isto é, pertencentes à nobreza, ao clero e à milícia, sendo chamados de oficiais devido ao fato de cada membro possuir um encargo.
A bandeira paulistana tinha um brasão português, em estilo barroco, bem ornamentado, tendo por timbre uma coroa real em um campo azul. Existem registros de que este ficou sendo o símbolo paulistano até a proclamação da república.




Marco Zero da Cidade.





                                                    Marco Zero.




O Marco Zero da cidade de São Paulo está localizado na Praça da Sé.
No início do século XX não havia um meio de demarcar o início da numeração das vias públicas paulistanas e o monumento foi uma das muitas tentativas de fixar uma centralidade material na cidade.
No ano de 1921 o jornalista Américo R. Netto, um dos membros da Associação Paulista de Boas Estradas, propôs a demarcação de um marco zero para São Paulo. O mesmo recorreu ao escultor francês Jean Gabriel Villin para a execução do projeto. Contudo, somente em 1932 a idéia foi aprovada pelo então prefeito da cidade, Antônio Carlos Assumpção. Dois anos mais tarde o marco foi instalado, tornando-se o primeiro do gênero na América do Sul.
A estrutura foi tombada em 2007 pelo Conselho Municipal de Preservação do Patrimônio Histórico, Cultural e Ambiental da Cidade de São Paulo, vulgo CONPRESP.
Cada face vertical do mini obelisco, em concreto recoberto de mármore, representa seis importantes lugares, são eles: Paraná, Santos, Rio de Janeiro, Minas Gerais, Mato Grosso e Goiás, cada um destes é simbolizado com uma gravura.
Em sua parte superior há uma placa de bronze que representa os principais pontos da cidade na época, como os rios Tietê e Pinheiros, a estação da Luz, a Faculdade de Medicina da USP, o Museu do Ypiranga (como era escrito na época) e as vias da urbe, por exemplo: a Rua Voluntários da Pátria na zona norte, a Rua da Consolação e a Avenida Paulista.






   Representação da origem do povo paulista.



                  PAULISTA! LEMBRA-TE DE 32!




Fonte.

pt.wikipedia.org
espn.uol.com.br
www.antoniocarlosrodrigues.com.br



Editado e publicado por Maria Helena de Toledo Silveira Melo.


quinta-feira, 21 de janeiro de 2016

“A COBRA VAI FUMAR”




                                       A cobra guerreira e fumante,
                  desenhada por Walt Disney em homenagem aos pracinhas.







NEWTON LA SCALEIA, veterano da Segunda Guerra Mundial integrante da Força Expedicionária Brasileira nos campos da Itália (1944-1945) e pertencente à Associação dos Ex-Combatentes de São Paulo é o autor do trabalho sobre a origem do Símbolo da FEB, qual seja, “A COBRA FUMANDO” e pode ser conferido no link a seguir: 














Newton La Scaleia.



O veterano da FEB Sargento Newton La Scaleia nasceu em São Paulo, La Scaleia era neto de imigrantes italianos e ingressou no Exército em 1940, servindo no 6º Regimento de Infantaria em Caçapava, onde de Soldado foi promovido a Cabo e depois a 3º Sargento.
Após o Brasil entrar na Segunda Guerra Mundial em agosto de 1942, o 6º RI foi uma das unidades escolhidas para integrar a Força Expedicionária Brasileira. Apesar da preocupação da mãe, Newton era resoluto: "Eu tinha espírito aventureiro, queria ser convocado, mesmo sem saber onde os brasileiros iriam lutar".
Foi para a Itália junto ao 1º Escalão em 2 de julho de 1944, ele foi feito Sargento do Pelotão de Petrechos Pesados da 1ª Companhia do 6º RI, participou da primeira ação de combate brasileira: a tomada de Massarosa, em 16 de setembro de 1944. Ele ainda tomou parte na Batalha de Monte Castelo e na Batalha de Montese.
No final de abril de 1945, com seus morteiros e metralhadoras pesadas a rendição de quase 15 mil soldados inimigos para a FEB.
Newton La Scaleia era ativo participante de eventos relacionados à Força Expedicionária Brasileira e foi entrevistado no documentário "O Peso da Guerra", do cineasta Alexandre Naval.






Brasão da FEB
Força Expedicionária Brasileira.



Esta é uma pequena homenagem do Núcleo de Correspondência “Trincheiras Paulistas de 32 de Jaguariúna” à memória desse bravo brasileiro que faleceu no dia 19 de janeiro de 2016.




Fonte.  
                                                                       
Informações enviadas pelo Prof. Jefferson Biajone, Presidente do Núcleo de Correspondência “Paulistas de Itapetininga! As Armas!”.

www.facebook.com/saladeguerra, acesso em jan. de 2016.

www.infoescola.com, acesso em jan. de 2016.




Editado e publicado por Maria Helena de Toledo Silveira Melo.