Objetiva-se publicar biografias, histórias de vida e de batalhas relativas à Revolução de 1932. Caso saiba de algo, entre em contato. Para maiores informações envie mensagem à malusim53@yahoo.com.br.

terça-feira, 29 de dezembro de 2015

UM EXPLORADOR EM JAGUARIÚNA – 2



Kleber Tanaka que pratica garimpagem histórica, pelas trincheiras da Revolução Constitucionalista de 1932 na região de Jaguariúna, com sua nova aparelhagem e a garimpagem constante tem aumentado muito sua coleção.

As fotografias a seguir mostram as últimas peças descobertas em trincheiras de Eleutério, Itapira e da cidade de Pedreira.













































































































































Para saber mais sobre Kleber Tanaka acesse o link:
http://mmdcjaguariuna.blogspot.com.br/2014/10/um-explorador-em-jaguariuna.html



                                           Vídeo de Kleber Tanaka



Editado e publicado por Maria Helena de Toledo Silveira Melo.




terça-feira, 22 de dezembro de 2015

Mensagem de Natal.








O Núcleo de Correspondência “Trincheiras Paulistas de 32 de Jaguariúna”, deseja a todos os amigos, seguidores, Irmãos de Armas, curtidores da página no Facebook e visitantes do Blog, um Feliz Natal com muita paz e amor e um Ano Novo com muitas realizações e conquistas!

Que neste novo Ano de 2016, prevaleça entre os homens a solidariedade, a coerência, o amor e a honradez!




Maria Helena de Toledo Silveira Melo, dez.2015.




domingo, 20 de dezembro de 2015

O Espírito de Patriotismo dos Paulistas



O relato a seguir não trata da Revolução de 1932, mas sim sobre um fato que expressa o patriotismo natural que os paulistas participantes da Revolução Constitucionalista, carregavam em seus corações.
O evento, que ocorreu nas cidades de Piracicaba e São Pedro, SP, foi protagonizado pelos voluntários sãopedrenses, ex-combatentes da Revolução Constitucionalista, Joaquim Norberto de Toledo Junior e Geraldo Pinto de Toledo, respectivamente pai e tio da autora do relato.
Em 1964 ocorreu no país a convocação da população para realizar a “Marcha da Família com Deus pela Liberdade”. Os Srs. Joaquim Norberto e Geraldo, paulistas de coração e alma, não podiam ficar calados ante tal proposta. Articularam, então, uma Marcha em São Pedro, em data coincidente à que seria realizada em Piracicaba. Nesta última cidade, a Marcha foi realizada pela manhã com grande número de participantes. Em São Pedro, a Marcha foi programada para o período da tarde e foi organizada com entrosamento de vários segmentos da sociedade sãopedrense. Participaram dessa Marcha, os moradores da cidade, as escolas, com destaque para o Colégio José Abílio de Paula com sua fanfarra, todos os sãopedrenses ex-combatentes da Revolução de 32 e seus familiares e a fanfarra do Tiro de Guerra de Piracicaba, com o apoio da Prefeitura, dos Vereadores e do Deputado Federal Cunha Bueno.
E assim, com grande sucesso, foi realizada em São Pedro a “Marcha da Família com Deus pela Liberdade”.
As fotografias que seguem são de autoria do fotógrafo Geraldo Pinto de Toledo e pertencem ao arquivo particular da família.




Em São Pedro, SP.




Em primeiro plano à esquerda Sra. Ondina Mendes Parreira, voluntária pela Cruz Vermelha, Sra. Aparecida Gravena Aguiar, esposa do voluntário Sr. Sebastião de Azevedo Aguiar que aparece na fila posterior com o capacete na mão, ao lado dele, Sr. Bragaia, voluntário em seguida, meu pai, Joaquim Norberto de Toledo Junior, voluntário.





Segurando a placa MMDC, meu irmão Joaquim Norberto de Toledo Neto, com a Bandeira Brasileira, João Paulo Mendes Parreira, filho da Sra. Ondina, estou ao lado. Com a faixa dos ex-combatentes, à esquerda, João Francisco de Aguiar, filho do Sr. Sebastião A. Aguiar e Laudemir,filho de ex-combatente em seguida, com a Bandeira Paulista, meu irmão, José Joaquim Silva de Toledo.




Os irmãos, com capacetes, à esquerda Geraldo Pinto de Toledo e Joaquim Norberto de Toledo Junior.








Em Piracicaba, SP.


















Telegrama enviado pelo Deputado Federal Cunha Bueno.





Observação.

Marcha da Família com Deus pela Liberdade

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.


A Marcha da Família com Deus pela Liberdade foi o nome comum de uma série de manifestações públicas organizadas por setores conservadores da sociedade brasileira em resposta ao comício realizado no Rio de Janeiro em 13 de março de 1964, durante o qual o presidente João Goulart anunciou seu programa de reformas de base. Congregou meio milhão de pessoas em repúdio ao Presidente João Goulart e ao regime comunista vigente em outros países.
A primeira dessas manifestações ocorreu em São Paulo, a 19 de março, no dia de São José, padroeiro da família. Articulada pelo deputado Antônio Sílvio da Cunha Bueno juntamente com o padre irlandês Patrick Peyton, nascido no Condado de Mayo, Irlanda, em 9 de janeiro de 1909, fundador do Movimento da Cruzada do Rosário pela Família e ex-capelão estadunidense, com o apoio do governador Ademar de Barros, que se fez representar no trabalho de convocação por sua mulher, Leonor Mendes de Barros, organizada pela União Cívica Feminina e pela Campanha da Mulher pela Democracia, patrocinadas pelo Instituto de Pesquisas e Estudos Sociais, o IPES.


Fonte.





 Editado e publicado por Maria Helena de Toledo Silveira Melo.




domingo, 6 de dezembro de 2015

Histórias de Heróis da Revolução de 1932.



 “Os adversários dos Soldados Constitucionalistas muitas vezes fizeram justiça. Um destes casos transparece, nítido na morte de Mário Leme Walter, componente da 1ª Companhia, 2º pelotão, do Batalhão Fernão Salles. Incorporado em São Paulo, partiu para a zona Sul sob o comando do Capitão Honório de Castro, dando desde logo sobejas provas de intrepidez e de bravura.
Sobre sua morte vamos dar a palavra a uma autorizada notícia cuja veracidade conseguimos constatar. É a seguinte:
“Perigava o Batalhão Fernão Salles, ameaçado de um envolvimento, na frente de Capão Bonito. O Cap. Honório de Castro, reconhecendo a situação, procurou no Corpo de Saúde e Intendência todos os soldados validos, reuni-os com uma patrulha que voltava de um reconhecimento e foi com eles reforçar um punhado de bravos que lhe defendia o flanco direito, em substituição ao batalhão que houvera recuado. Eram estes 23 homens apenas, escorando uma pressão de mais de 150 homens. Graças a esses esforços inauditos, o batalhão Fernão Salles conseguiu uma retirada em ordem, sem perder um soldado se quer. Por fim, na trincheira mais avançada, no ponto mais hostilizado restavam oito homens. Um deles era Mário Leme Walter.
O inimigo avançava. A munição diminuía. Esgotara-se os pentes do 2 F. M., que eram as suas únicas armas automáticas. Para não as entregar ao inimigo, foi destacado o soldado Luiz Viegas, apelidado “Mato-Grosso”, o qual rastejou mais de 500 metros, sob uma terrível fuzilaria, até alcançar a crista topográfica do terreno, para leva-las ao batalhão que passava para a margem direita do rio. Ficaram 7 soldados com fuzis comuns. Num dado momento o inimigo aproximou-se, cerrando fuzilaria sobre a única trincheira que ainda impedia seu avanço. Foi quando recebeu uma bala na cabeça o bravo soldado Mário, que se tornará comandante natural dos companheiros. Já não era possível, nem aconselhável mais resistência. A guarnição rendeu-se. Seis homens foram levados presos para Capão Bonito, onde se achava o Q. G. inimigo. Os adversários enterraram na própria trincheira o seu valente defensor, e dois dias depois colocaram uma cruz com os seguintes dizeres: - Aqui jaz um heróico sargento paulista, morto em defesa desta trincheira, quando lutava pela causa que abraçou. 21 de setembro de 932. Homenagem do pessoal da 1ª Secção, da 2ª Cia. do 5º R.A.M. Rio Grande do Sul, Santa Maria. Esta cruz foi mandada confeccionar e colocar aqui pelo Tenente Comandante da secção acima referida.


Mário Leme Walter nasceu em Leme, no dia 11 de fevereiro de 1902, filho do Sr. Arthur Walter e da Sra. Maria Leme Walter. Era irmão de José Leme Walter, casado com Sra. Carolina Figueiredo Walter; Amélia, casada com o Sr. Joaquim Fabricio dos Santos; Alzira, casada com o Sr. João Kremper; Benedicto Leme Walter, casado com a Sra. Izabel Cabral Walter; Sebastiana, casada com o Sr. Lazaro Croffi; Etelvina, Eliza, Djanira, Cândida e Arthur, estes solteiros.


O texto acima é uma transcrição das páginas 336/338 do livro Cruzes Paulistas.



Cruz do Mário.







No bairro Mato Pavão, preservou-se até os dias de hoje, graças a boa vontade de moradores, a Cruz do Mário, que vem a ser a cruz de Mário Leme Walter.
 Em vários locais como Pinhalzinho, Ferreira dos Matos, Taquaral, Alegre de Baixo, Fazenda Santa Inês, IBAMA, Camilos, Mato Pavão, Fundão e etc. São, além de bairros, verdadeiros campos de heróis, onde se lutou e perdeu-se a vida. Muitos mortos foram resgatados, porém, alguns permaneceram no último e derradeiro túmulo de heróis, a trincheira.
Vários túmulos se perderam em razão do tempo, porém alguns foram cuidados por moradores locais e até agora permanecem como testemunhas de um período que nunca devemos esquecer.
Hoje os despojos deste heróico Soldado Voluntário estão sepultados no Monumento Mausoléu ao Soldado Constitucionalista no Ibirapuera, São Paulo, SP.





Fonte.

MONTENEGRO, B; WEISSHON, A.A. (org.) CRUZES PAULISTAS: os que tombaram em 1932 pela gloria de servir São Paulo: Empresa Gráfica da Revista dos Tribunais, 1936. 516p.






Editado e publicado por Maria Helena de Toledo Silveira Melo.




terça-feira, 1 de dezembro de 2015

Dia do Imigrante



A data é comemorada desde 14 de novembro de 1957, quando o decreto n° 30.128, assinado pelo então governador de São Paulo, Jânio Quadros, determinou o 1° de dezembro como Dia do Imigrante. Essa data foi escolhida para coincidir com o primeiro domingo do advento, que significa "vinda, chegada". O advento corresponde às quatro semanas que antecedem o Natal e, entre os católicos, esse período é dedicado à preparação espiritual antes da vinda de Jesus.








Imigrantes na Revolução de 1932.


Um grande número de imigrantes radicados Brasil, participaram da Revolução Constitucionalistas de 1932, a maioria como voluntários.

 São Paulo agradece aos que deram a vida na luta pela nossa liberdade.

Abrindo o livro Cruzes Paulista, ao acaso, a página continha as informações biográficas de um voluntário português, a qual transcrevo a seguir e assim homenagear a todos os imigrantes.





                                 Antônio Amaro – Voluntário.


“Antonio Amaro era português de nascimento, há muito se integrara com a nossa gente da cidade e do sertão. Morava em Tanaby. Iniciada a Revolução, fez parte da comissão local do MMDC, a eficientíssima organização da retaguarda. Não ficou satisfeito, porém, com o valioso auxílio que ali prestava. Quis fazer mais. E, conhecedor da região do Porto Taboado, tornou-se guia das tropas comandadas pelo Cap. José Teixeira Pinto. A 12 de agosto ia ele na frente da tropa, próximo ao córrego do Jacu Queimado, quando ao frontear a uma residência, uma força adversária atacou-a de surpresa. Antônio Amaro foi o primeiro a cair, com um ferimento na cabeça, morto no mesmo instante. Seu corpo foi, pelos adversários, jogado ao Rio Paraná, sem que os remanescentes da tropa que ele guiava – 1º Batalhão de Rio Preto – pudessem dar-lhe sepultura cristã.
Antônio Amaro nasceu em Castello Velho, Portugal em 24 de abril de 1891, filho do Sr. Eduardo Amaro e da Sra. Anna Amaro. Era casado com a Sra. Cristina Martins Amaro, era comerciante e proprietário em Tanaby. Naturalizado brasileiro, exercera, por vezes, cargos público naquela cidade paulista.”



Fonte.

MONTENEGRO, B; WEISSHON, A.A. (org.) CRUZES PAULISTAS: os que tombaram em 1932 pela gloria de servir São Paulo: Empresa Gráfica da Revista dos Tribunais, 1936. 516p.

http://jambo.com.br/datas-comemorativas


Editado e publicado por Maria Helena de Toledo Silveira Melo.

sexta-feira, 27 de novembro de 2015

GLÓRIA AO SOLDADO PAULISTA!




“Paulistas, dinâmicos e infatigáveis!
Paulistas, que assegurais, com o vosso esforço e a vossa inteligência, a grandeza e o prestígio de São Paulo!
Paulistas, hercúleos construtores de uma Pátria maior!
Pausai a pena; descansai o arado; sustai o ritmo das vossas fábricas; cessai por um instante a vossa atividade fecunda e inigualável!
Paulistas! Genuflexos, elevai por um segundo o vosso pensamento até os dias gloriosos de 32; conduzi o espirito para as trincheiras que ocupastes, ou que vossos filhos ocuparam; relembre os instantes decisivos do combate; rememorai a majestade do valor e do heroísmo dos vossos soldados, conduzidos à luta pela força de um ideal superior!
Fixareis um quadro que cobriu de honra a geração presente e encheu de luz a História de Piratininga!
E pensareis: Como é grande a minha gente! Quanto é nobre este meu povo!
Recordando os companheiros que caíram – venturosa morte! – uma nuvem de tristeza vos passará pelo semblante e uma lágrima tombará dos olhos das noivas e das mães que os perderam...
Passado o estrépito da luta, cruzes toscas assinalam, e ali, os corpos dos que morreram. Heróis humildes obscuros, descansam o último sono no seio da terra que eles provaram ter sabido amar!
Paulistas! Ergamos um monumento em homenagem aos que souberam partir; e elevemos um mausoléu para repositório sagrado dos que souberam morrer!
Marquemos na pedra e no bronze, a imortalidade de nosso reconhecimento, para que o seu exemplo ilumine as gerações vindouras e as estimulem no amor e na dedicação a este torrão glorioso!
Paulistas! Como o fizestes na Campanha do Ouro, daí muito para a construção desses monumentos, símbolos da gratidão e da glória da Terra das Bandeiras!
Que nenhum paulista se recuse a contribuir para o pagamento da dívida sagrada que todos temos para com nossos heróis!

São Paulo, 15 de Junho de 1935.

A COMISSÃO CENTRAL.”


 Transcrição de um texto do livro “Cruzes Paulistas” que está inserido no “Apêndice” e faz parte dos discursos que foram pronunciados nas Rádios Paulistas em prol da “Campanha Pró Monumento e Mausoléu ao Soldado Paulista de 32”.




Imagem do texto que foi publicado no livro numa ilustração de Nelson Nobrega.





Fonte.

MONTENEGRO, B; WEISSHON, A.A. (org.) CRUZES PAULISTAS: os que tombaram em 1932 pela gloria de servir São Paulo: Empresa Gráfica da Revista dos Tribunais, 1936. 516p.




Editado e publicado por Maria Helena de Toledo Silveira Melo.








quinta-feira, 19 de novembro de 2015

Legião Negra na Revolução Constitucionalista de 1932.



Homenagem no Dia Da Consciência Negra


“No dia da “consciência negra”, lembre que consciência não tem cor e sim convicções, de que você é consigo mesmo e as pessoas em volta!”

(Fernando Macedo)







Frente Negra Brasileira.


A Frente Negra Brasileira foi a maior entidade da comunidade afro-brasileira da primeira metade do século passado, tendo se transformado no primeiro partido político negro de que se tem notícia no Brasil, ramificando-se na Bahia e no Recife, por exemplo. Fundada em 16 de setembro de 1931, sua sede social central localizava-se na rua Liberdade, na capital paulista. Sua estrutura organizacional já era bastante complexa. Era dirigida por um Grande Conselho, constituído de 20 membros, selecionando-se, dentre eles, o Chefe e o Secretário. Havia, ainda, um Conselho Auxiliar, formado pelos Cabos Distritais da Capital. Criou-se, ainda, uma milícia frente-negrina, organização paramilitar. Os seus componentes usavam camisas brancas e recebiam rígido tratamento, como se fossem soldados. Segundo um dos seus fundadores – Francisco Lucrécio -, a Frente Negra foi fundada por ele e outros companheiros embaixo de um poste de iluminação. Ainda segundo a mesma testemunha, no início houve muita incompreensão.  No entanto, com o tempo, os membros da Frente Negra foram adquirindo a confiança não apenas da comunidade, mas de toda a sociedade paulista. As próprias autoridades a respeitavam. Ainda segundo depoimento de Francisco Lucrécio, conseguiam acabar com a discriminação racial que existia na então Força Pública de São Paulo porque até aquela data os negros não podiam entrar na corporação. A Frente Negra conseguiu inscrever mais de 400 negros, tendo muitos deles feito carreira militar.




A Legião Negra na Revolução Constitucionalista de 1932, com participantes da Frente Negra Brasileira.





Oficiais da Legião Negra.



 Em pouco tempo é formada uma comissão beneficente para arrecadar apoio material e humano entre a comunidade negra paulista. Surge a “Legião Negra”, que teve papel relevante na Revolução Constitucionalista de 1932. O peso político do negro era grande, tanto que o próprio interventor de São Paulo, Governador Pedro de Toledo, foi pessoalmente até a sede da Frente Brasileira Negra, pedir o apoio dos negros para a guerra.
  A presença de negros na revolução foi marcante e a Legião Negra (conhecida como os “Pérolas Negras”), escreveriam para sempre sua passagem em nossa história.
A s principais frentes de combate da Legião Negra na guerra eram: Frente Leste (na divisa com o Rio de Janeiro); Frente Norte (divisa com Minas Gerais); Frente Oeste (divisa com Mato Grosso) e a Frente Sul (divisa com Paraná). Mas a participação dos negros na Revolução Constitucionalista não se fez apenas na Legião Negra, que contava com cerca de 2 mil homens. Havia outros negros – mais de 10 mil – espalhados por toda a força paulista.  Entre estes destaque para Maria Soldado. Vale lembrar, também, que um dos principais comandantes da revolução era negro, Palimercio de Rezende.  O Voluntário Nabor de Moraes de Jaguariúna, que morreu em consequência de ferimentos sofridos durante batalha nas imediações do Túnel, também era negro.






Batalhão da Legião Negra .





 “Os negros de todos os Estados, que vivem em São Paulo, quando o clarim vibrou chamando para a defesa da causa sagrada os Brasileiros dignos, formaram logo na linha de frente das tropas Constitucionalistas”. 





Grupo de bombardas da Legião Negra no campo de combate.





Folha de São Paulo, 17/08/1932.





Bombardas da Legião Negra.





Fonte .

“80 Anos da Frente Negra Brasileira” -  http://ppaberlin.com/2011/09/14/1250/ acesso em nov. de 2015.

http://www.afroasia.ufba.br/pdf/afroasia_n29_30_p199.pdf
http://www.jacareitempoememoria.com.br/2013/11/1932-legiao-negra.html
 ecoexperienciacomunitaria.blogspot.com



Editado e publicado por Maria Helena de Toledo Silveira Melo.