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quarta-feira, 25 de julho de 2012

Sobre Jaguariúna

A História de Jaguariúna

 Maíra T. S. Melo
Jaguariúna em 1894 era apenas um lugarejo com fazendas sítios e a estrada de ferro. Foi neste tempo e cenário que o Coronel Amâncio Bueno teve a idéia e a ousadia de realizar no local algumas modificações que foram fundamentais para a transformação do lugar em vila, depois em distrito e anos mais tarde em município. O primeiro passo para a transformação do lugar em vila foi a construção de uma igreja no estilo gótico – bizantino, em terras da fazenda Florianópolis, de sua propriedade, com o início da obra em 1889.
A igreja foi entregue aos católicos em 1894, mesmo ano que o Coronel Amâncio Bueno contratou o engenheiro alemão Guilherme Giesrecht para que projetasse uma vila, em terras desmembradas da fazenda Florianópolis. A Vila Bueno, como foi chamada, para homenagear o seu fundador, começou a ser loteada e foram surgindo às primeiras construções. As ruas foram denominadas, ainda no projeto, com nome de alguns parentes do Coronel.

O Coronel estava estudando medicina em Paris, quando teve que largar os estudos para assumir a fazenda do pai. Ele resolveu desmembrar a propriedade e projetar a vila, por acreditar que o lugar poderia progredir.

Bueno, permaneceu na vila até 5 de agosto de 1896 quando passou a ser Distrito de Paz e a se chamar Jaguary – o mesmo nome da estação ferroviária – ficando vinculado ao município de Mogi Mirim. Por força do decreto de lei nº 14.344 de 30 de novembro de 1944, a letra Y foi substituída pelo I, fazendo menção ao rio, também foi acrescentado o termo UNA que na língua Tupi significa preta. Jaguariúna – que significa “rio das onças pretas”- ficou sendo o nome do distrito, em 30 de dezembro de 1953, com a emancipação, passou a ser município.

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