Objetiva-se publicar biografias, histórias de vida e de batalhas relativas à Revolução de 1932. Caso saiba de algo, entre em contato. Para maiores informações envie mensagem à malusim53@yahoo.com.br.

terça-feira, 9 de abril de 2019

SALVO CONDUTO




Salvo-conduto é um documento emitido por autoridades de um Estado que permite a seu portador transitar por um determinado território. O trânsito pode ocorrer de forma livre ou sob escolta policial ou militar.
Os salvo-condutos são emitidos principalmente em tempos de guerra para cidadãos que potencialmente possam ser capturados sob alegação de diversos motivos.
No Brasil, os salvo-condutos foram emitidos em larga escala durante a Segunda Guerra Mundial aos milhares de imigrantes. O salvo-conduto era necessário para que os imigrantes pudessem se deslocar dentro do Brasil, que havia declarado guerra ao Eixo. Era também muito comum que fossem emitidos salvo-condutos também aos filhos destes imigrantes já nascidos no Brasil, mas que pouco falavam a língua portuguesa por viverem dentro das colônias sem contato com as grandes cidades.
O salvo-conduto também poder ser emitido pelos juízes eleitorais e aos cidadãos que serão presidentes das mesas receptoras de votos, três dias antes das eleições, em favor de qualquer eleitor que sofrer violência moral ou física na sua liberdade de votar.
Atualmente, o salvo-conduto é um privilégio diplomático.
A palavra salvo-conduto ainda pode ser utilizada como um sentido figurado, referindo-se a condição de segurança, privilégio e isenção que é garantido para alguém. Por norma, esta regalia é concedida para um grupo reduzido de cidadãos.




Frente da Carteira de Salvo Conduto, 1944. (Arquivo pessoal)




Parte interna da Carteira de Salvo Conduto (arquivo pessoal)





Salvo Conduto de livre trânsito, 1935. (Arquivo pessoal).




Salvo Conduto de livre trânsito (Arquivo pessoal)




Verso do Salvo Conduto 1930 (Arquivo pessoal).






SERVIÇO DE ABASTECIMENTO DAS TROPAS EM OPERAÇÃO (SATO) 1932.


Organização civil criada em São Paulo durante a Revolução de 1932 para atender às requisições das várias frentes de luta e prover as tropas em suas necessidades de alimentos, equipamentos e material bélico e cirúrgico.
A organização se estruturava em torno de um centro coordenador, integrado por uma superintendência geral, uma secretaria, e sete comissões — de requisições, de transportes, de controle, de verificações de faturas externas, de contabilidade, de arquivo e de salvo-condutos, estes concedidos exclusivamente às pessoas a serviço do SATO.


Salvo Conduto de Guerra, Revolução de 1932.




Salvo Conduto de Guerra, Revolução de 1932 (Jundiaí)




Fonte.


https://www.significados.com.br/salvo-conduto/

scoutrek.blogspot.com

mmdcjundiai.blogspot.com.br




Editado e publicado por Maria Helena de Toledo Silveira Melo.
09/04/2019.





sexta-feira, 29 de março de 2019

NABOR DE MORAES, UM HERÓI DE 32 DE JAGUARY.



9ª Cia. do III/5º R.I. - Dois de Ouro






O texto a seguir foi publicado no Jornal de Jaguariúna em 23 de março de 2019, se refere ao Herói Constitucionalista nascido em Vila Jaguary e vem reforçar a nossa luta para realizar a tão sonhada e merecida homenagem a este Herói e seus companheiros de combate na sua cidade natal.




NABOR DE MORAES, UM HERÓI DE 32 DE JAGUARY.
                                                            *Tomaz De Aquino Pires.  


O Gazeta Regional Especial de 12/09/1997 traz interessantes textos do memorialista jaguariense, farmacêutico, fiel paroquiano, Subprefeito nos idos de 1943/44, Sr. Lauro (Turato) Navarro que relata a história do citado combatente. Sua genitora, D. Olívia Moraes, residia perto do antigo viradouro da Mogiana, próximo do atual Shopping Jaguari. Ali era chamado Serrinha, porque o Cel. A. Bueno inaugurara ali uma serraria a vapor em 1902 onde nasceu Nabor de Moraes em 12/05/1914. A família conviveu com a pobreza de recursos materiais. Quando menino crescido, a Mãe mudou-se para Campinas onde ele fora aprendiz de mecânico nas oficinas da Mac-Hardy. Em 09 de julho de 1932, estoura a Revolução. São Paulo levanta-se contra a ditadura de Getúlio Vargas pela volta da Constituição. A rádio exortava o povo paulista a lutar pela liberdade, pedindo eleições e constituinte:  - Sustentai o fogo que a vitória é nossa! Escreve o memorialista que Nabor inscreveu-se como voluntário no 3º Batalhão do 5º B.I. O soldado constitucionalista partiu para a Serra da Mantiqueira devidamente guarnecido com roupas para enfrentar as friagens da região: farda, quépi, luvas, cachecol. Sua arma de luta era “um aparelho dispondo de uma roda dentada girando, tocava uma lâmina de aço e produzindo ruído de metralhadora pesada”. Era a assustadora “Matraca.”  Entre os cumes da Mantiqueira, Gomeira e Cristal, Nabor guarnecia o túnel naquela passagem forçada das tropas do governo paulista. Conseguiu afastar as forças inimigas com a sua pesada arma por dias e noites. Infelizmente não conseguiu desviar-se de terrível granada em fatal golpe. Foi exumado no Cemitério da Saudade em Campinas, no monumento do Soldado Constitucionalista. O memorialista encerra seu texto com os dizeres: _” Olívia, viúva, perdeu o filho... São Paulo ganhou um herói.” Nos seus últimos anos o nosso grande amigo, defensor do Patrimônio Histórico de Jaguariúna, sonhou uma homenagem a Nabor de Moraes e elaborou projeto de um obelisco em sua homenagem e ao Movimento Constitucionalista de 32. A Casa da Memória Padre Gomes guarda em sua Reserva Técnica tal precioso projeto. Este também se faz objetivo da Sociedade de Veteranos de 32/MMDC, do Núcleo de Correspondência “Trincheiras de Jaguariúna” presidido pela Sra. Maria Helena de Toledo Silveira Melo assim como da Associação dos Engenheiros, Arquitetos e Agrônomos de Jaguariúna e do Tenente Marcos Viotto. Sr. Pedro Abrucês dizia-nos que confiaria a execução de seu projeto às Oficinas Leonardi de Pedreira. Havia escolhido, inclusive o local da referida homenagem.  Apesar de sua benfazeja longevidade a esta Terra, ele não consegui ver seu projeto concluído. Quem há-de? Que a luta de Nabor de Moraes e dos soldados constitucionalistas de São Paulo como inspirou o Sr. Pedro Abrucês, fortaleça os ideais dos munícipes pela valorização, respeito, preservação e divulgação das nossas memórias, da história, do patrimônio histórico, artístico, arquitetônico, arqueológico, ambiental, documental e paisagístico de Jaguariúna. É a preservação de nossa própria identidade!



 *Tomaz de Aquino Pires Coordenador da Casa da Memória Padre Gomes Secretaria Municipal de Educação.


Publicação do jornal JJ Jornal de Jaguariúna.





Fonte.

JJ Jornal de Jaguariúna – www.jornaldejaguariuna,net
http://mmdcjaguariuna.blogspot.com/search?q=Nabor+de+Moraes



Editado e publicado por Maria Helena de Toledo Silveira Melo.
29/03/2019.

quarta-feira, 20 de março de 2019

TREM BLINDADO.




LANÇAMENTO OFICIAL DA EDIÇÃO DIGITAL DO LIVRO TREM BLINDADO DE FERNANDO PENTEADO MÉDICI, NO CEMITÉRIO DA SAUDADE, CAMPINAS. SP.






Sob a proteção dos 16 Voluntários da Revolução Constitucionalista inumados no Mausoléu de Campinas, realizamos a homenagem ao Voluntário do Batalhão 14 de Julho, Alcyr César do Nascimento. Em sua sepultura de nº 68 na quadra nº 36 que se encontra no Cemitério da Saudade, na cidade de Campinas, SP foi afixada uma placa com o QR CODE e possibilitará a todos que o visitarem acesso à obra de Fernando Penteado Médici, TREM BLINDADO.


Fixação da placa com o QR CODE









Muito emocionada, sua filha, Sra. Iara Aguiar do Nascimento Frenhani foi agraciada com o DIPLOMA DE HONRA AO MÉRITO ALCYR CÉSAR DO NASCIMENTO.


Diploma de Honra ao Mérito Alcir César do Nascimento
Bravo Voluntário e Valoroso Soldado do Batalhão 14 de Julho.


Sra. Iara Aguiar do Nascimento Frenhani filha do
Voluntário Alcyr César do Nascimento





Entrega do Diploma de Honra ao Mérito à Sra. Iara






Maria Helena e Sra. Iara Aguiar do Nascimento Frenhani



ALCYR CÉSAR DO NASCIMENTO nasceu em Sorocaba no dia 22 de setembro de 1912. Formou-se engenheiro químico pela Universidade de São Paulo, tendo trabalhado por muitos anos no Instituto Agronômico em Campinas. Foi casado com a Senhora Iná Simões Aguiar do Nascimento e com ela teve uma filha, Iara Aguiar do Nascimento Frenhani.
Alcyr pertenceu ao Batalhão 14 de Julho e com ele participou de ativamente, do começo ao fim, na Revolução Constitucionalista de 1932, tendo sobrevivido ao formidável Combate do Cerrado ocorrido a 17 de setembro de 1932 em Capão Bonito, próximo às margens do Rio das Almas.
O soldado Alcyr também esteve na defesa de Taquaral Abaixo, a última trincheira do Setor Sul com o findar da Revolução nas jornadas de 2 a 4 de outubro de 1932.
A história de Alcyr e de seu irmão Aureliano César do Nascimento que combateu no Trem Blindado foi testemunhada por Fernando Penteado Médici e descrita em seu livro Trem Blindado inscrevendo assim seus nomes na galeria dos heróis do maior movimento cívico da história do Estado de São Paulo.



Sepultura de Alcyr César do Nascimento.
Nº 68 quadra 36



Um agradecimento especial ao Prof. Jefferson Biajone por confiar a mim tão nobre missão e também ao colaborador do Núcleo MMDC Trincheiras de Jaguariúna, Alberto Falconi.

Sra. Iara A.N. Frenhani e Alberto Falconi




Zannote Coins, M.Helena, Sra Iara A.Nascimento Frenhani e Alberto Falconi



Com muita honra e orgulho o Diploma de Honra ao Mérito Trem Blindado Nº 1, que recebi.










Fotografias - colaborador Alberto Falconi, colecionador e entusiasta da Revolução de 1932.




SÃO PAULO, CEMITÉRIO DA CONSOLAÇÃO NA SEPULTURA DE FERNANDO PENTEADO MÉDICI AUTOR DO LIVRO.


Estiveram presentes Cel. Mário Fonseca Ventura, Presidente da Sociedade Veteranos de 32 – MMDC, Prof. Rodrigo Gutemberg, Pres. do Núcleo MMDC “General Euclydes Figueiredo”, Sr. Jorge Médici de Eston, sobrinho de Fernando Penteado Médici, autor do livro, Sr. Eng. Dráusio Roberto Vieira, Dr. Adriano Negrão Paladini, Capitão Claudio Augusto, Prof. Euclides Cachioli de Lima, Dr. Prof. Jefferson Biajone, Pres. do 1º Núcleo de Correspondência – MMDC “Paulistas de Itapetininga! As Armas!! e demais personalidades civis e militares.

Foram agraciados com o Diploma de Honra ao Mérito “TREM BLINDADO Nº1” as seguintes personalidades:
Cel PM Mario Fonseca Ventura
Prof. Dr. Sérgio Médici de Eston
Sr. Jorge Médici de Eston
Sra. Maria Silvia Martins de Souza
Prof. Rodrigo Gutemberg
Cb PM Euclides Cachioli de Lima
Eng. Dráusio Roberto Vieira
Pe. Mário Monteiro
Sr. José Carlos Sobral

Fernando Penteado Médici 

Representantes da Sociedade Veteranos de 32 MMDC e
familiares de Fernando Penteado Médici



Prof. Rodrigo Gutemberg, Sr. Jorge Médici de Eston e Cel. Mário Ventura


Prof. Jefferson Biajone, Sr. Jorge  Medici de Eston,
sobrinho de Fernando Penteado Médici e Cel. Mário Fonseca Ventura


Capitão Claudio Augusto, Prof. Euclides Cachioli de Lima,
Cel. Mario Fonseca Ventura e Sr. Jorge Médici de Eston



Cap. Claudio Augusto e Sr. Eng. Drausio Roberto Vieira












SOROCABA, CEMITÉRIO DA SAUDADE NA SEPULTURA DE AURELIANO CÉSAR DO NASCIMENTO, VOLUNTÁRIO NO TREM BLINDADO Nº 1.




A filha do Voluntário Aureliano, Alice Elisabeth do Nascimento recebeu a homenagem.





PALMITAL NA SEPULTURA DO COMANDANTE DO TREM BLINDADO O 1º TENENTE AFFONSO NEGRÃO.

Sr. Eduardo Negrão fez as homenagens ao Comandante Affonso Negrão.





Sr. Eduardo Negrão fez as homenagens ao Comandante Affonso Negrão.
Nas imagens Sra. Carmem M. Negrão esposa do Capitão Affonso Negrão, seu filho Sr. Eduardo Negrão e seus netos Dudu Negrão e Felipe Afonso Negrão.












Sr. Eduardo Negrão, Sra. Carmem M. Negrão, esposa do Major Negrão
 e seus netos Dudu Negrão e Felipe Afonso Negrão.









Editado e publicado por Maria Helena de Toledo Silveira Melo.
20/03/2019



terça-feira, 19 de março de 2019

NÚCLEO DE CORRESPONDÊNCIA "TRINCHEIRAS PAULISTAS DE 32" DE JAGUARIÚNA: TREM BLINDADO.

NÚCLEO DE CORRESPONDÊNCIA "TRINCHEIRAS PAULISTAS DE 32" DE JAGUARIÚNA: TREM BLINDADO.: LANÇAMENTO DA EDIÇÃO DIGITAL DO LIVRO TREM BLINDADO DE FERNANDO PENTEADO MÉDICI. Capa original da pintora Anita Malfati, 1ª ...

TREM BLINDADO.



LANÇAMENTO DA EDIÇÃO DIGITAL DO LIVRO TREM BLINDADO DE FERNANDO PENTEADO MÉDICI.






Capa original da pintora Anita Malfati, 1ª ed.1933.




Acesse o link a seguir

http://mmdc.itapetininga.com.br/tbedm.htm




Uma iniciativa e realização de resgate da memória e dos feitos da Epopeia de 32 da  SOCIEDADE VETERANOS DE 32-MMDC  na sua sucursal Núcleo M.M.D.C. de Itapetininga, em parceria com acadêmicos do Curso Superior de Tecnologia em Análise e Desenvolvimento de Sistemas da Fatec de Itapetininga, e com pesquisadores do Portal dos Ex-Combatentes, da Academia Itapetiningana de Letras e do Departamento de História Militar Terrestre do Instituto Histórico Geográfico e Genealógico de Itapetininganos quais agradecem e parabenizam os seguintes familiares de Fernando Penteado Médici pela publicação desta edição digital: D. Maria Apparecida Médici de Eston, Prof. Dr. Sérgio Médici de Eston, Sr. Jorge Médici de Eston, Sr. Pedro Médici de Eston, Mateus Rebouças Stucchi Médici de Eston, Sra. Maria Silvia Martins de Souza, Sra. Maria Luiza Reboucas Stucchi e D. Yolanda Barbosa Dias.   




Editado e publicado por Maria Helena de Toledo Silveira Melo.

19/03/2019

domingo, 17 de março de 2019

Convite!





TREM BLINDADO.


Dia 20 de março de 2019 em solenidade simultânea será lançado a edição digital do livro “TREM BLINDADO” de autoria do Voluntário 3º Sargento Fernando Penteado Médici:
Às 10:00 h no Cemitério da Consolação em SÃO PAULO será homenageado o autor do livro, Fernando Penteado Médici e seus familiares com a presença do Dr. Prof. Jefferson Biajone, Presidente do 1º Núcleo de Correspondência “Paulistas de Itapetininga! Às Armas!” e representantes da Sociedade Veteranos de 32 – MMDC; em CAMPINAS no Cemitério da Saudade eu, Presidente do 10º Núcleo de Correspondência “Trincheiras Paulistas de Jaguariúna”, estarei homenageando o Voluntário Alcyr César do Nascimento integrante do Batalhão 14 de Julho receberá as honras a Sra. Iara Aguiar do Nascimento Frenhani, filha do Voluntário, e familiares.
Às 16:00 h em SOROCABA no Cemitério da Saudade Sra. Alice, filha do Voluntário Aureliano César do Nascimento, integrante do Trem Blindado receberá as homenagens do Dr. Prof. Jefferson Biajone com a presença de familiares e convidados.
Nesta data estaremos disponibilizando o QR CODE que serão afixados nas devidas sepulturas e dará acesso à edição digital.
Contamos com a presença dos amigos e Irmãos de Armas!


Capa da edição digital.



Obs.: Capitão Afonso Negrão também será homenageado em data ainda não definida.




Editado e publicado por Maria Helena de Toledo Silveira Melo.

17/03/2019

quinta-feira, 7 de março de 2019

AS INCRÍVEIS MULHERES DE 32!




Neste dia dedicado às Mulheres, quero homenagear estas Incríveis Mulheres de 32, é impossível não reconhecer o quanto foram importantes na Revolução Constitucionalista.
As mulheres brasileiras tiveram participação ativa, não só na retaguarda como também nas Trincheiras. Maria Stela Sguassábia, de São João da Boa Vista (Mário Soldado), Professora e Maria José Bezerra de Limeira (Maria Soldado), Cozinheira, empunharam o fuzil e foram para as frentes de batalhas. De Piracicaba Maria de Almeida Silveira vestiu o uniforme e foi para o front e Odila de Souza Diehl, salvou uma Bandeira Paulista escondendo-a debaixo de sua saia, hoje se encontra no acervo do Museu Prudente de Moraes, Índias e negras também foram acompanhando seus companheiros, enfrentar o inimigo nos campos de combate e tantas outras que serviram com coragem ao Movimento Constitucionalista nossas Honras e Reconhecimento.



Maria Soldado. A cozinheira que foi para o front.



No Jornal A Gazeta na edição de 5 de setembro de 1932 publicou o seguinte sobre Maria Soldado: Uma mulher de cor, alistada na Legião Negra, vencendo toda a sorte de obstáculos e as durezas de uma viagem acidentada, uniu-se aos seus irmãos negros em pleno entrincheiramento na frente do sul, descrevendo a página mais profundamente comovedora, mais cheia de civismo, mais profundamente brasileira, da campanha constitucionalista, ao desafiar a morte nos combates encarniçados e mortíferos para o inimigo, MARIA DA LEGIÃO NEGRA! Mulher abnegada e nobre da sua raça.





A Professora que combateu nas trincheiras.



Mario dos Santos Meira, Ex-1º Tenente, Comandante da 4ª Cia. Do 1º. B.P.M.Civil, em 1935 disse: D. Maria Stella Sguassábia, bateu-se durante toda a luta como verdadeira espartana e com os seus companheiros de trincheiras, recebeu diretamente o ataque das Tropas Contrarias, sem um desfalecimento, e sem alimentação e mesmo água para beber, manteve-se calma, sem soltar uma queixa, tornando-se alvo da admiração e estima de todos os companheiros.



A mulher na imagem é Odila de Souza Diehl.



Um Feliz Dia à todas as mulheres que de uma maneira ou outra enfrentam suas batalhas diárias!!!




Fonte.


https://www.aprovincia.com.br



  


Editado e publicado por Maria Helena de Toledo Silveira Melo
07/03/2019.